A minha visão sobre os novos rumos do varejo – by ‘Cau’
20 de junho de 2018 RIVIÉE

A D A P T A Ç Ã O é o termo chave da questão.

O meio empresarial, e mais especificamente falando agora do varejo, está passando por um momento de profunda adequação as demandas tecnológicas. Os clientes e as novas gerações estão passando por uma mudança muito grande no quesito ‘consumo’, ‘inovação’, ‘desapego’ – e o varejo que não se adequar a isso vai morrer na praia…

Hoje em dia o cliente tem ido muito além da compra de produto, ele tem ido em busca de uma experiência. Afinal (falando agora de roupas) roupa por roupa existem um milhão de roupas lindas por aí a preços bacana, basta rolar o dedo pelo instagram. O que vai fazer ele olhar pra uma marca (ou loja)  de uma forma diferente é o que ela tem de diferente! Qual o diferencial dela?! E eu digo isso não limitando ao tecido/caimento/preço mas muito mais a ‘Por que ela vende o que vende?’ ‘Qual o propósito maior de ela existir’? A pessoa física está muito mais interessada em ‘propósito’ em ‘valor de marca’. Por isso bato tanto na tecla de criar experiências em que nossos seguidores e consumidores consigam acompanhar pessoal ou virtualmente.

Com base nisso, há quem diga que a loja online vai aos poucos substituir a loja física  mas eu discordo disso em numero, gênero e grau! De fato existem 3 pilares hoje que devemos prestar muito atenção: autosserviço, autoatendimento, autoconsumo. Otimizar o tempo do nosso cliente e pra isso é indispensável que nosso business esteja na maior quantidade de plataformas possíveis gerando conteúdo. Seja em um TMBLR, PINTEREST, YOUTUBE, BLOG, INSTAGRAM, FACEBOOK, SPOTIFY.

Sendo mais metódica agora, e apresentando números reais: a frequência de compra mensal no varejo físico cresceu de 55% para 61% de 2016 para 2017. O crescimento de 6 pontos percentuais representa, obviamente, a melhora da economia brasileira e da confiança dos consumidores como um todo – mas também demonstra a solidificação do varejo físico como importante canal de compra no país.

No mesmo período, por exemplo, a frequência mensal de compras via PC aumentou de 55% para 58%, 3 pontos percentuais a menos que no varejo físico.

Em resumo, vejo espaço pros dois tipos de mercado e comercialização e ainda, uma dependência cada vez maior de um sobre o outro. Nenhum sobrevive sozinho e a solidificação de uma marca ou loja acaba sendo muito maior caso ela possa oferecer tanto ponto físico quanto meios ‘online’ de acesso.

Gostaram do conteúdo? Quero muito saber a opinião de vocês sobre essa transição/mudança do mercado.

Beijos, Cau

2 Comentários

  1. jun 29 2018 em 8:51 PM
    Patricia Vanzin

    Muito legal! Compartilho da mesma opinião! Eu também acho que a melhor opção é um espaço físico para realmente ter como criar um envolvimento com o cliente e gerar a experiência completa em todos os cinco sentidos (ou seja, neuromarketing). Mas a facilidade de decidir se vale a pena ir ao não até a loja é o muito mais prática para qualquer cliente!

    1. jul 01 2018 em 5:06 PM

      Aiii, e nós temos a duvida cruel e infinita se abrimos uma POP UP e aonde! rss